sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Provas da reencarnação

Menino de 5 anos assusta ao contar que era mulher morta em incêndio em uma vida passada

Mãe do menino investigou e descobriu uma notícia em que uma mulher chamada Pamela Robinson havia morrido em 1993.
Crianças são criativas e têm boa imaginação. Mas uma americana se assustou depois que seu filho, de apenas 5 anos, passou a contar de lembranças de quando era uma mulher negra. Ele dizia que havia morrido durante um incêndio a um hotel. 
Luke Ruehlman, que nasceu em Cincinnati, nos Estados Unidos, chocou a mãe ao relatar memórias do que seria uma vida passada. "Quando eu era uma menina, tinha cabelos pretos. Eu costumava usar brincos assim quando era menina", contou para susto da mãe. 
Luke surpreendeu ainda mais quando as lembranças passaram a ter mais detalhes. "Eu era Pam, mas morri. Fui para o céu, vi Deus e ele me empurrou de volta para baixo. Quando acordei, eu era um bebê e você me chamava de Luke, contou Erika ao programa de TV Fox8. 
Questionado, o menino disse que tinha 30 anos e que se lembrava do processo para reencarnar, quando teria sido “empurrado de volta para à terra como um recém-nascido”.
Assustada com a quantidade de detalhes nas informações, a mãe do menino decidiu investigar por conta própria e descobriu uma notícia em que uma mulher chamada Pamela Robinson havia pulado de um hotel em chamas, em Chicago, em 1993.
Um canal de TV que apura atividades paranormais resolveu investigar a história. O menino foi colocado diante de imagens de mulheres negras e, segundo o jornal Daily Mail, conseguiu reconhecer Pamela em meio às outras.
 
 
 
A tvmundomaior explica o caso:
 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Erotismo


Numa cultura dedicada quase que exclusivamente ao erotismo é natural que o hedonismo predomine nas mentes e nos corações.

Como decorrência das calamidades produzidas pelas guerras contínuas de devastação com as suas armas inteligentes e destruição em massa, o desespero substituiu a confiança que havia entre as criaturas, dando lugar ao desvario de todo porte que ora toma conta da sociedade.

Sem dúvidas, tem havido um grande desenvolvimento cientifico-tecnológico, dantes jamais sonhado, no entanto, não acompanhado pelos valores ético-morais, cada dia mais negligenciados e desrespeitados pelos indivíduos assim como pelas nações.

A globalização, que se anunciava em trombetas, como solução para os magnos problemas socioeconômicos do mundo, experimenta a grande crise, filha espúria da falência moral de muitos homens e mulheres situados na condição de executivos supremos, que regiam as finanças e os recursos de todos, naufragados por falta de dignidade, ora expungindo em cárceres os seus desmandos, deixando porém centenas de instituições de variado porte na falência irrecuperável.

Como efeito, o sexo tornou-se o novo deus da cultura moderna, exaltado em toda parte e elemento de destaque em todas as situações.

Enquanto enxameiam as tragédias, os crimes seriais como o suicídio imediato dos seus autores, os multiplicadores de opinião utilizam-se da mídia alucinada para a saturação das mentes com as notícias perversas, que estimulam psicopatas à prática de hediondez que não lhes havia alcançado a mente.

Pessoas ditas famosas, na arte, no cinema, na televisão, exibem, sem pudor, as suas chagas morais, narrando os abortos que praticaram, a autorização para a eutanásia em seres queridos que lhes obstaculizavam o gozo juvenil, a multiplicação de parceiros sexuais, os adultérios por vingança ou simplesmente por vulgaridade, os preços a que se entregam, as perversões que os caracterizam, vilipendiando os sentimentos daqueles que os veem ou leem estarrecidos uns, com inveja outros, em lamentável comércio de degradação.

Jovens, masculinos e femininos, exibem-se no circo dos prazeres, na condição de escravos burlescos em revistas de sexo explícito ou em filmes de baixa qualidade, tornando-se ídolos da pornografia e da sensualidade doentia.

A pedofilia alcança patamares dantes nunca imaginados, graças à Internet que lhe abre portas ao infinito, quando pais insensatos vendem os filhinhos para o vil comércio do sexo infanto-juvenil, despedaçando-lhes a meninice que vai cruelmente assassinada.

Por outro lado, a prostituição de menores é cada vez maior, porque o cansaço dos viciados exige carnes novas para os apetites selvagens que os consomem.

E, porque vivem sempre entediados e sem estímulos novos, o alcoolismo, o tabagismo, a drogadição constituem o novo passo no rumo da violência, da depressão, do autocídio.

Vive-se, neste momento, a tirania do sexo em exaltação.

As dolorosas lições do passado, de religiosos que não se souberam comportar, desrespeitando os votos formulados, que desmoralizaram as propostas doutrinárias das crenças que abraçavam, o disfarce, a hipocrisia, ocultando as condutas reprocháveis, geraram tal animosidade às formulações espiritualistas, com as exceções compreensíveis, que os jovens não suportam, sequer, referências aos valores do Espírito imortal.

Somente há interesse pelos esportes, particularmente por aqueles de natureza física, no culto apaixonado pela beleza e pela estética de que se tornam escravos por livre opção.

Num período, porém, em que uma boneca serve de modelo, ao invés de haver copiado um ser humano, exigindo que cirurgias corretoras modifiquem a aparência de algumas mulheres, a fim de ficarem com as medidas do brinquedo erótico, é quase normal que haja um verdadeiro ultraje no que diz respeito aos valores reais da vida.

A desconsideração de muitos governantes em relação ao povo que estorcega na miséria, faz que as favelas e os morros vomitem os seus revoltados habitantes para as periódicas ondas de arrastão que estarrecem.

Sucede que o bem não indo ao seu encontro, tem que enfrentar o mal que prolifera e que desce do lugar em que se homizia buscando solução, mantendo comportamentos selvagens.

As cidades, grandes e pequenas, tornam-se praças de guerras não declaradas, porque as necessidades dos sofredores não são atendidas e alguns poderosos que governam, locupletam-se com os valores que deveriam ser destinados à educação, à saúde, ao trabalho, ao recreio dos cidadãos...

É compreensível que aumentem as estatísticas das enfermidades dilaceradoras como o câncer, a tuberculose, as cardiovasculares, a AIDS, outras sexualmente transmissíveis, as infecções hospitalares, dentre diversas, acompanhadas pelos transtornos psicológicos e psiquiátricos que demonstram o atraso em que ainda permanecem as conquistas na área da saúde, embora as suas indescritíveis realizações.

* * *

O ser humano estertora...

Em razão da falta de orientação sexual, nestes dias de disparates, a gravidez entre meninas desprevenidas aumenta de forma chocante, como fruto de experiências estimuladas pela vulgaridade, sem qualquer preparo para a maternidade, jogando nas ruas diariamente crescente número de abandonados...

Faltam programas de orientação moral, porque o momento é de prazer e de gozo, condenando a maioria dos incautos ao desespero e à ilusão.

Ainda se prolongará o reinado erótico por algum tempo, até o momento quando as Divinas Leis convidem os responsáveis pelo abuso ao comedimento, à reparação, encaminhando-os para mundos inferiores, onde se encontrarão sob a situação de acerbas aflições, recordando o paraíso que perderam, mas que podem alcançá-lo novamente após as lutas redentoras.

Especialmente nesta hora chegou à Terra o Espiritismo, a fim de convidar as criaturas desnorteadas a encontrar o rumo nos deveres éticos, restaurando a paz e a alegria real nos corações, sem a música mentirosa das sereias mitológicas...

Restaurando a palavra de Jesus, propõe uma revisão ética dos postulados do Cristianismo também ultrajado, a fim de que se revivam os comportamentos de Jesus e dos Seus primeiros discípulos, dando lugar à lídima fraternidade, à iluminação de consciências, ao serviço da caridade.

Mantém-te vigilante, a fim de que não te iludas nem enganes a ninguém, contribuindo com a tua parte, por mais modesta que seja, de modo a fazer instalar-se a era do amor pela qual todos anelam.


Joanna de Ângelis.
Mensagem psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, na manhã de 19 de maio de 2009, na residência de Josef Jackulak, em Viena Áustria.
 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Estudos oferecidos pela FEB. Participe!

 
 
 
Conheça o Espiritismo – para Crianças, um folheto de rico conteúdo a ser trabalhado na Evangelização infantil nos centros espíritas, e com pais e filhos na educação no lar. Confira esta produção, visualize-a, compartilhe e faça download do material. Disponível em: http://www.febnet.org.br/blog/sem-categoria/conheca-o-espiritismo-para-crianlcas/
 
Fonte:http://www.febnet.org.br/
 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O mundo precisa de histórias felizes

Mulher abrigou mais de mil presos considerados perigosos e acha que fez pouco
O modelo de ressocialização de presos criado por dona Maria se transformou no Patronato Lima Drummond.
Por olhos clarinhos por causa do tempo, passam tantas lembranças, tanta coragem, tanta solidariedade. Por caminhos protegidos por árvores, passam tantos homens, tantas histórias, tanta superação.
Histórias de gente que pouca gente quer por perto, mas que em um casarão encontraram alguém que deu a mão, porque não acreditava que eles eram irrecuperáveis. Acreditava sim, na bondade deles.
Nem todo mundo abre as portas de casa para receber desconhecidos. Ainda mais quando esses desconhecidos foram condenados porque cometeram algum tipo de crime. Parece impossível, mas acredite: foi o que uma mulher fez sozinha em 1941. Uma atitude corajosa e fora dos padrões para a época. Esse ato de generosidade ajudou a recuperar milhares de homens.
O nome dela é Maria Ribeiro da Silva Tavares. Idade: 102 anos. Uma mulher adiante do seu tempo. A dona Maria foi a primeira mulher a entrar em uma penitenciária no Rio Grande do Sul para ajudar.
Viúva, com 24 anos e dois filhos para criar, conseguiu convencer as autoridades. Tirou 36 detentos do regime semiaberto. Levou para casa e ajudou cada um a encontrar trabalho.
Globo Repórter: Nunca teve medo?
Maria Tavares: Não. Medo de quê? Todos são bons.
Dona Maria sempre escolheu os presos mais perigosos e tirou deles, homens marginalizados, o que tinham de melhor. É o caso de um homem que não quis se identificar.
Ele era um criminoso de alta periculosidade, passou quatro anos em regime fechado e foi para o semiaberto. Fugiu duas vezes. Mas um dia recebeu um convite de dona Maria Tavares para irem juntos a uma missa.
“Ela falou que a pessoa, por mais ruim que seja, tem algo de bom dentro dela. Falando uma palavra assim, bonita, acho que dá uma linha para pessoa já pescar e já começar a fazer as coisas direito, caminhar pelo caminho mais correto”, avalia o homem.
Era o início de uma nova vida. O homem considerado perigoso tirou documentos, arranjou emprego e reencontrou a família de oito filhos.
Globo Repórter: Foi ela que localizou, que ajudou a localizar todos os seus filhos?
Homem: Sim, foi a dona Maria.
Globo Repórter: O que você sente por ela?
Homem: A dona Maria... O que dá pra dizer? Acho que dá pra dizer que eh a segunda mãe, com certeza. Não se começa nada sozinho. Com todo esse apoio da dona Maria eu aprendi a ser generoso comigo mesmo.

O modelo de ressocialização de presos criado por dona Maria se transformou no Patronato Lima Drummond. Parece ser uma casa comum, com um enorme pátio. As grades no corredor que dá acesso aos quartos nem parecem que estão lá por questões de segurança.
O albergue tem os menores índices de fugas, quando comparado a outras casas prisionais. Hoje são os funcionários da superintendência de serviços penitenciários que cuidam dos 76 presos.
“Aqui a gente entra dentro do Patronato e, com a presença física da dona Maria, nós já temos um olhar diferente para com o preso. Nosso trabalho aqui, no momento em que recebemos ele, sem se preocupar com o que  ele fez lá fora, tratamos ele como cidadão, orientando, encaminhando para trabalho. É uma vida aqui para fora. Aí ele é cobrado”, conta Sirlei Hahn, diretora da Fundação Patronato Lima Drummond.
Muitos ex-detentos nunca mais se desligaram do patronato e da dona Maria. Sempre voltam, como quem visita a família.
Sérgio Scola, detento em regime aberto: Marcou a minha vida. A gente não vê as pessoas fazerem isso. A história de ela ser a primeira assistente social a entrar num presídio naquela época, trazer os presos para dentro da casa dela! A gente fica pensando isso tem que ser alguma coisa dada por Deus para ter essa iniciativa que nem a da dona Maria.
Globo Repórter: Não parece verdade, não é?
Sérgio Scola: É, não parece verdade. É muito bom assim. O patronato marcou muito a minha vida, porque, quando sai de lá assim, sai meio assustado, não sabe como você vai encarar o mundo, porque lá é um outro mundo.
E assim segue a vida no casarão que mais do que um símbolo do tempo de abundância é um símbolo de amor e generosidade ao outro. Hoje em dia, dona Maria não tem mais dinheiro e espera restauração desse patrimônio espiritual.
Os olhos de dona Maria continuam a observar tudo por lá. Ela mora em uma casinha azul construída dentro do albergue e, mesmo com a saúde frágil, de cadeira de rodas, ainda participa da vida da instituição.
Roberto Sotello, ex-presidário há 14 anos, é o cuidador de dona Maria.
Globo Repórter: A senhora fez o que queria na vida?
Dona Maria: Mais ou menos.
Globo Repórter: O que faltou?
Dona Maria: Terminar aqueles que eu não pude ajudar.
Globo Repórter: Do que a senhora gosta?
Dona Maria: De ver o bem. Aqueles que estiveram mal e agora fazem o bem.
Roberto Sotello: É fácil se emocionar com a senhora?
Dona Maria: Por quê?
Roberto Sotello: Tanta coisa boa que a senhora faz para gente...
Dona Maria: O que eu fiz?
Roberto Sotello: O que a senhora fez? A senhora recuperou muita gente.
Dona Maria: Tem muitos que eu falhei.
Roberto Sotello: Não falhou, não. A senhora está sendo modesta, a senhora está ajudando ainda.
Percorrendo os caminhos do albergue, é possível ver as paredes de uma pequena capelinha. Diz a lenda que dona Maria só pretende partir depois que ela estiver pronta. E todos torcem por lá para que esta obra nunca termine.

Veja o vídeo (fonte): http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2013/12/mulher-abrigou-mais-de-mil-presos-considerados-perigosos-e-acha-que-fez-pouco.html