Serão realizadas palestras sobre arte e apresentações artísticas nas seguintes casas espíritas:
15/12 - 20h - União Espírita Caminho e Luz (UECEL)
R. Jair de Andrade, 98 - Itapuã - Vila Velha, ES
16/12 - 20h - Casa Espírita Cristã
R. Nelsom Monteiro, 131 - Ibes - Vila Velha, ES
17/12 - 20h - Grupo Espírita Joana D`Arc (GEJD-C)
R. Fernando de Sá, 27 - Itaquari - Cariacica, ES
18/12 - 20h - Centro Espírita Allan Kardec (CEAK)
Av. Ernesto Canal, 1005 - Alvorada - Vila Velha, ES
19/12 - 20h - União Espírita Cristã (UEC)
R. Antônio Athayde, 445 - Centro - Vila Velha, ES
20/12 - 20h - Comunidade Espírita Leon Denís (CELD)
R. Moscou, 10 Araçás - Vila Velha, ES
21/12 - 17h - Cantata de Natal no auditório do IFES (Campus Vitória), com apresentação de corais, bandas e grupos musicais espíritas.
Nessa ocasião, serão comemorados os 27 anos do Coral Renascer da Federação Espírita do Estado do Espírito Santo.
As casas espíritas podem se inscrever para apresentar até 3 músicas. Envie um e-mail para secretaria@feees.org.br, com cópia para celia.kill@hotmail.com.
- Moram na zona rural de Celina/Alegre - ES, onde vivi até os 19 anos de idade.
- São provenientes de família muito humildes, essa campanha leva o único presente que recebem no Natal.
- Meus familiares, voluntários e eu fazemos o levantamento das crianças.
- Na cidadezinha mais próxima (Celina) as vezes passava pelas ruas doações com bolas e carrinhos, mas nunca chegava a zona rural, isso fazia com que as crianças
da roça se sentissem excluídas e esquecidas!
Como ajudar?
- Possuo uma lista com nome e idade das crianças (de 0 à 15 anos),
- Eu lhe passo o nome e idade de uma criança e você compra um presente de Natal, que deve ser entregue à mim até 15/12/2013.
Onde entregar?
- Peço que entreguem os presentes em minha residência ou no meu trabalho, pois não dou conta de buscar pessoalmente todas as doações e não possuo carro.
Moro: Jardim da Penha – Vitória
Trabalho na PMVV: Coqueiral de Itaparica - Vila Velha
Cel: 27- 998347328 (oi) 28 - 999040687 (vivo)
O PRESENTE:
- Qualquer presente é bem-vindo, desde que seja novo e preferencialmente embrulhado em papel de presente;
- Tenho a meta de entregar a cada família uma caixa de bombom, que normalmente é a única sobremesa deles no Natal;
RECOMENDAÇÕES:
- Comprar bonecas e carrinhos PEQUENOS, pois ocupam muito espaço para transportarmos;
SUGESTÃO DE PRESENTE:
- Meninos: carrinho, bola e pecinhas de montar (preferidos)
- Meninas: boneca, móveis e panelas de bonecas, kit para colorir (preferidos). Se adolescentes (porta-jóia, necessair, maquiagem e itens de papelaria).
Sugestão: Instrumentos musicais de brinquedo, joguinhos eletrônicos, quebra-cabeça, brinquedos pedagógicos e LIVROS, (pois eles só tem acesso a biblioteca).
- Quem tiver condições pode fazer um “kit presente” contendo:
Brinquedo, caixa de bombom, material de higiene pessoal, material escolar, roupa e calçado.
Obs: Não tenho numeração de roupas nem calçado, mas a roupa você consegue comprar por idade e o calçado compra um pouco grandinho, porque se não servir guarda para usar depois. Mas como a maioria das criança possuem irmãos, caso não sirva é repassado para outra criança da família.
Para quem não tem tempo para comprar o presente:
- Pode me entregar o dinheiro ou realizar depósito em conta bancária;
- Normalmente consigo padrinho para todas as crianças, então o dinheiro doado é utilizado para compra de brinquedo e balas para as crianças que não estão na lista, afinal não é possível prever exatamente quantas crianças iremos encontrar pelo caminho ou visitando a casa das famílias listadas.
Quem doar dinheiro, recebe um e-mail com a prestação de contas da campanha e as notas fiscais digitalizadas.
Quero ser um voluntário da campanha:
- Precisamos de voluntários para:
Divulgação da Campanha;
Buscar doações na grande Vitória;
Transportar os presentes de minha residência (Jardim da Penha) á rodoviária no Centro de Vix.
Notas importantes:
- Alguns brinquedos podem ser remanejados, por exemplo se uma criança da casa for receber muitos presentes e a outra apenas um, pode ser colocado algum item para a criança que ganharia apenas um.
- As caixas de bombom também podem ser remanejadas, pois será entregue uma caixa de bombom por família, caso a família seja grande e houver oportunidade deixamos mais.
- Fazemos de tudo para fotografar todas as crianças, mas algumas não conseguimos: pois são pequeninas e encontramos dormindo; moram em local muito distante e a estrada está inacessível; outras os pais são separados e saem de casa para passar o Natal com o pai ou a mãe;
- Pelo motivo acima alguns adultos acima são fotografados representando as crianças.
A insegurança emocional responde pelo medo de amar. Como o amor constitui um grande desafio para o Self, o indivíduo enfermiço, de conduta transtornada, inquieto, ambicioso, vítima do egotismo, evita amar, a fim de não se desequipar dos instrumentos nos quais oculta a debilidade afetiva, agredindo ou escamoteando-se em disfarces variados. O amor é mecanismo de libertação do ser, mediante o qual, todos os revestimentos da aparência cedem lugar ao Si profundo, despido dos atavios físicos e mentais, sob os quais o ego se esconde. O medo de amar é muito maior do que parece no organismo social. As criaturas, vitimadas pelas ambições imediatistas, negociam o prazer que denominam como amor ou impõem-se ser amadas, como se tal conquista fosse resultado de determinados condicionamentos ou exigências, que sempre resultam em fracasso. Toda vez que alguém exige ser amado, demonstra desconhecimento das possibilidades que lhe dormem em latência e afirma os conflitos de que se vê objeto. O amor, para tal indivíduo, não passa de um recurso para uso, para satisfações imediatas, iniciando pela projeção da imagem que se destaca, não percebendo que, aqueloutros que o louvam e o bajulam, demonstrando-lhe afetividade são, também, inconscientes, que se utilizam da ocasião para darem vazão às necessidades de afirmação da personalidade, ao que denominam de um lugar ao Sol, no qual pretendem brilhar com a claridade alheia. Vemo-los no desfile dos oportunistas e gozadores, dos bulhentos e aproveitadores que sempre cercam as pessoas denominadas de sucesso, ao lado das quais se encontram vazios de sentimento, não preenchendo os espaços daqueles a quem pretendem agradar, igualmente sedentos de amor real. O amor está presente no relacionamento existente entre pais e filhos, amigos e irmãos. Mas também se expressa no sentimento do prazer, imediato ou que venha a acontecer mais tarde, em forma de bem-estar. Não se pode dissociar o amor desse mecanismo do prazer mais elevado, mediato, aquele que não atormenta nem exige, mas surge como resposta emergente do próprio ato de amar. Quando o amor se instala no ser humano, de imediato uma sensação de prazer se lhe apresenta natural, enriquecendo-o de vitalidade e de alegria com as quais adquire resistência para a luta e para os grandes desafios, aureolado de ternura e de paz. O amor resulta da emoção, que pode ser definida como uma reação intensa e breve do organismo a um lance inesperado, a qual se acompanha dum estado afetivo de concentração penosa ou agradável, do ponto de vista psicológico. Também pode ser definida como o movimento emergente de um estado de excitamento de prazer ou dor. Como conseqüência, o amor sempre se direciona àqueles que são simpáticos entre si e com os quais se pode manter um relacionamento agradável. Este conceito, porém, se restringe à exigência do amor que se expressa pela emoção física, transformando-se em prazer sensual. Sob outro aspecto, háo amor profundo, não necessariamente correspondido, mas feito de respeito e de carinho pelo indivíduo, por uma obra de arte, por algo da Natureza, pelo ideal, pela conquista de alguma coisa superior ou transcendente, para cujo logro se empenham todas as forças disponíveis, em expectativa de um prazer remoto a alcançar. As experiências positivas desenvolvem os sentimentos de afetividade e de carinho, as desagradáveis propÕem uma postura de reserva ou que se faz cautelosa, quando não se apresenta negativa. No medo de amar, estão definidos os traumas de infância, cujos reflexos se apresentam em relação às demais pessoas como projeções dos tormentos sofridos naquele período. Também pode resultar de insatisfação pessoal, em conflito de comportamento por imaturidade psicológica, ou reminiscência de so- frimentos, ou nos seus usos indevidos em reencarnações transatas. De alguma forma, no amor, há uma natural necessidade de aproximação física, de contato e de contiguidade com a pessoa querida. Quando se é carente, essa necessidade torna-se tormentosa, deixando de expressar o amor real para tornar-se desejo de prazer imediato, consumidor. Se for estabelecida uma dependência emocional, logo o amor se transforma e torna-se um tipo de ansiedade que se confunde com o verdadeiro sentimento. Eis porque, muitas vezes, quando alguém diz com aflição eu o amo, está tentando dizer eu necessito de você, que são sentimentos muito diferentes. O amor condicional, dependente, imana uma pessoa à outra, ao invés de libertá-la. Quando não existe essa liberdade, o significado do eu o amo, o transforma na exigência de você me deve amar, impondo uma resposta de sentimento inexistente no outro. O medo de amar também tem origem no receio de não merecer ser amado, o que constitui um complexo de inferioridade. Todas as pessoas são carentes de amor e dele credoras, mesmo quando não possuam recursos hábeis para consegui-lo. Mas sempre haverá alguém que esteja disposto a expandir o seu sentimento de amor, sintonizando com outros, também portadores de necessidades afetivas. O medo, pois, de amar, pelo receio de manter um compromisso sério, deve ser substituído pela busca da afetividade, que se inicia na amizade e termina no amor pleno. Tal sentimento é agradável pela oportunidade de expandir-se, ampliando os horizontes de quem deseja amigos e torna-se companheiro, desenvolvendo a emoção do prazer pelo relacionamento desinteressado, que se vai alterando até se transformar em amor legítimo. Indispensável, portanto, superar o conflito do medo de amar, iniciando-se no esforço de afeiçoar-se a outrem, não gerando dependência, nem impondo condições. Somente assim a vida adquire sentido psicológico e o sentimento de amor domina o ser.
Livro: AMOR, IMBATÍVEL AMOR
DIVALDO PEREIRA FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÃNGELIS
Amigos, ESTAMOS LEMBRANDO QUE, QUEM PEGOU AS CESTAS NATALINAS PARA AS CRIANÇAS DO CENTRO CLARA DE ASSIS, O PRAZO PARA ENTREGA-LAS É ATÉ O DIA 20/11. QUALQUER DÚVIDA, CONTACTE-NOS POR EMAIL OU PELO FACEBOOK MUITO OBRIGADO A TODOS QUE COLABORARAM! LUZ E PAZ!